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Justiça tarifária: FMGD apresenta ao TCU o posicionamento da Geração Distribuída

  • Foto do escritor: Anibal Gonçalves
    Anibal Gonçalves
  • há 22 horas
  • 2 min de leitura

Diretor da FMGD destaca os impactos da Geração Distribuída e o debate sobre deslocamento de custos na tarifa de energia


"Olá, André de Araújo Carneiro [Auditor-Chefe Adjunto da Unidade de Auditoria Especializada em Energia Elétrica E Nucelar] #TCUExplica e equipe do #TCU TCU [Tribunal de Contas da União]. Sou Gleisson Abreu Barati, diretor da Frente Mineira de Geração Distribuída (FMGD), no Sul de Minas. Acompanhei sua pontuação [https://www.instagram.com/reels/DUAo__ojpe3/] sobre o deslocamento de custos na tarifa de energia e, como representante de centenas de empresas mineiras, precisamos trazer o outro lado dessa moeda que impacta milhões de brasileiros.”

Energia solar: custos para a distribuidora

“O senhor mencionou que quem migra para a energia solar ou para o mercado livre deixa custos para a distribuidora. Mas é preciso pontuar o que a Geração Distribuída (GD) entrega em troca: nós geramos energia na ponta, reduzindo drasticamente as perdas técnicas e postergando investimentos bilionários em expansão de redes que seriam pagos por todos os consumidores. Além disso, somos um motor de geração de empregos locais e desenvolvimento econômico que as grandes usinas centralizadas não conseguem capilarizar.”

Gleisson Abreu Barati, diretor da Frente Mineira de Geração Distribuída (FMGD), no Sul de Minas. (Foto/print: Instagram)
Gleisson Abreu Barati, diretor da Frente Mineira de Geração Distribuída (FMGD), no Sul de Minas. (Foto/print: Instagram)

Questão ambiental: energia solar, resposta mais rápida

"A questão ambiental é urgente e a solar é a resposta mais rápida. No entanto, o setor enfrenta hoje um cenário delicado: conflitos com distribuidoras que, em vez de cumprirem sua obrigação de modernizar as redes para o futuro, criam barreiras técnicas e 'reservas de mercado' para dificultar o acesso do cidadão. O custo da ineficiência e da falta de investimento em infraestrutura por parte das concessionárias não pode ser colocado na conta da energia limpa.”

Debate sobre justiça tarifária

“O debate sobre justiça tarifária é legítimo, mas deve ser completo, incluindo os benefícios sistêmicos que a GD traz para o Brasil. A FMGD está pronta para colaborar com o TCU, trazendo dados técnicos para que o país não retroceda na transição energética. Vamos dialogar? Um abraço de Minas Gerais.” (AsCom – FMGD)

 

 

 

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